sexta-feira, 20 de agosto de 2010

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CAPS Rosalino, João e Paixão

Este CAPS iniciou-se em março de 2009. Tem assistido uma média de 45 pacientes/dia de modo intensivo. Durante o dia participam de Oficinas Terapêuticas tais como: artesanatos, hortas, cuidados de higiene e beleza, etc.
Nesta unidade realizam três refeições por dia e recebem a medicação diária.
São acompanhados pelos seguintes profissionais:
  • Enferemeira e Coordenadora da Unidade: Rosângela Bolotti
  • Farmacêutico: Alan Marques
  • Psicóloga: Kris Coimbra
  • Terapeuta Ocupacional: Bruna Silva
  • Técnico de Enfermagem: Carlos Correia
  • Assistente Social: Rosita Esteves
  • Médico Psiquiatra: Galiano Brazzuna
  • Médico Clínico Geral: Antônio Ferreira da Silva Jr
  • Educador Físico: Wester
Também fazem parte da equipe:
  • Franciele Vieira (Estagiária de Enfermagem)
  • Cândida Rafaela (Estagiária de Serviço Social)
  • Toninha (Serviço Gerais)
Nosso contato:
R Antônio Longo, 365 - Mocoquinha
Monte Santo de Minas / MG
CEP: 37958000
Telefone: (35) 3591-1331
Email: capsmontesantomg@gmail.com

CAPS

Seu objetivo é oferecer atendimento à população, realizar o acompanhamento clínico e a reinserção social dos usuários pelo acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.


Os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), entre todos os dispositivos de atenção à saúde mental, têm valor estratégico para a Reforma Psiquiátrica Brasileira. Com a criação desses centros, possibilita-se a organização de uma rede substitutiva ao Hospital Psiquiátrico no país. Os CAPS são serviços de saúde municipais, abertos, comunitários que oferecem atendimento diário.



É função dos CAPS:



- prestar atendimento clínico em regime de atenção diária, evitando as internações em hospitais psiquiátricos;



- acolher e atender as pessoas com transtornos mentais graves e persistentes, procurando preservar e fortalecer os laços sociais do usuário em seu território;

- promover a inserção social das pessoas com transtornos mentais por meio de ações intersetoriais;

- regular a porta de entrada da rede de assistência em saúde mental na sua área de atuação;

- dar suporte a atenção à saúde mental na rede básica;

- organizar a rede de atenção às pessoas com transtornos mentais nos municípios;

- articular estrategicamente a rede e a política de saúde mental num determinado território

- promover a reinserção social do indivíduo através do acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis e fortalecimento dos laços familiares e comunitários.



Estes serviços devem ser substitutivos e não complementares ao hospital psiquiátrico. De fato, o CAPS é o núcleo de uma nova clínica, produtora de autonomia, que convida o usuário à responsabilização e ao protagonismo em toda a trajetória do seu tratamento.



Os projetos desses serviços, muitas vezes, ultrapassam a própria estrutura física, em busca da rede de suporte social, potencializadora de suas ações, preocupando-se com o sujeito e a singularidade, sua história, sua cultura e sua vida cotidiana.



O perfil populacional dos municípios é sem dúvida um dos principais critérios para o planejamento da rede de atenção à saúde mental nas cidades, e para a implantação de centros de Atenção Psicossocial. O critério populacional, no entanto, deve ser compreendido apenas como um orientador para o planejamento das ações de saúde. De fato, é o gestor local, articulado com as outras instâncias de gestão do SUS, que terá as condições mais adequadas para definir os equipamentos que melhor respondem às demandas de saúde mental de seu município.







disque saúde 0800 61 1997

Ministério da Saúde

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